Em outubro de 1929, a Bolsa de Valores de Nova York sofreu uma queda catastrófica devido ao excesso de especulação e a superprodução de bens no país. Durante anos, o mercado acionário cresceu exponencialmente, incentivando investidores a comprarem ações superestimadas. Além disso, a produção industrial dos Estados Unidos cresceu demais, gerando um excesso de oferta de bens e o acúmulo de estoques que não foram vendidos.

Com o tempo, os investidores começaram a perceber que as ações estavam superestimadas e, em um movimento de pânico, começaram a vender suas ações. Os preços das ações desabaram e muitos investidores perderam todas as suas economias. As falências se multiplicaram e o desemprego aumentou para níveis sem precedentes.

A queda de Wall Street se espalhou rapidamente pelo resto do mundo. A economia mundial dependia muito do comércio e investimentos americanos, e assim, a crise financeira de 1929 teve um efeito dominó em todo o mundo. Os países que dependiam das importações dos Estados Unidos entraram em recessão, levando ao declínio econômico global.

A queda de Wall Street e a crise financeira de 1929 se tornaram conhecidas como a Grande Depressão, uma das piores recessões da história mundial. Muitas pessoas perderam tudo, incluindo casas e empregos, e o governo americano lutou para encontrar uma solução para essa crise.

O presidente americano, Franklin D. Roosevelt, implementou o New Deal, um conjunto de políticas para estimular a economia e fornecer empregos e assistência social aos cidadãos. Outros países também tomaram novas medidas para prevenir crises econômicas similares no futuro.

A queda de Wall Street em 1929 foi um evento histórico que mudou a economia mundial, levando a novas políticas e reformas regulatórias para proteger os mercados financeiros. A partir deste momento, o mundo aprendeu com a crise de 1929 e implementou medidas para evitar uma catástrofe financeira semelhante.